Quinta-feira, 14 de Julho de 2011

Indutores de Ovulação

Indicações de Clomid
Tratamento da infertilidade feminina decorrente de anovulação. CLOMID está somente indicado para pacientes com anovulação demonstrada, que se incluem nas condições descritas nesta bula e para pacientes onde o citrato de clomifeno não está contra-indicado. Outras causas de infertilidade devem ser excluídas ou adequadamente tratadas antes do tratamento.


Bons níveis de estrógeno endógeno (estimado por secreção vaginal, biópsia endometrial, determinação do estrógeno urinário ou sangramento endometrial em resposta à progesterona), constituem prognóstico favorável para obter a resposta ovulatória induzida pelo citrato de clomifeno. Entretanto, um baixo nível de estrógeno não impede o sucesso do tratamento.


O tratamento é ineficaz em pacientes com falha pituitária ou ovariana primárias e não pode ser substituído pelo tratamento específico de outras causas de falha ovulatória, tais como disfunções tiroidianas ou adrenais. Antes do tratamento, deve-se realizar uma avaliação cuidadosa particularmente em pacientes com metrorragia anormal, pois é muito importante descartar a presença de lesões neoplásicas.


Efeitos Colaterais de Clomid

Efeitos colaterais parecem ser dose-dependentes, ocorrendo mais frequentemente em altas doses e em tratamento prolongados. As reações adversas mais frequentemente relatadas são (em ordem decrescente de incidência):
Aumento de volume do ovário: na posologia recomendada, um aumento anormal é pouco frequente (incidência de 13,6%). Pode ocorrer dor abdominal na época da ovulação. Foram registrados, entretanto, raros casos de aumento maciço do ovário, por exemplo, uma paciente com síndrome de ovário policístico cuja terapia com citrato de clomifeno consistiu de 100 mg/dia/14 dias. O aumento ovariano geralmente regride espontaneamente e a maioria das pacientes nessas condições devem ser tratadas cautelosamente.


"Flushes" vasomotores ou "fogachos": (incidência de 10,4%) semelhantes aos da menopausa, raramente graves e desaparecem rapidamente com a interrupção do tratamento.


Desconforto pélvico - abdominal: aumento de volume abdominal, plenitude (5,5%), geralmente relacionadas com o aumento ovariano ou fenômenos ovulatórios ou pré-menstruais.


Também são descritos:
Sintomas visuais: descritos como "turvação" visual, manchas ou fosfenas (escotomas cintilantes) são relatados com incidência relacionada a aumento da posologia e geralmente desaparecem em dias ou semanas após a interrupção do tratamento. Existem raros relatos de catarata.


Alterações cutâneas: há relatos de dermatite e "rash" cutâneo associado a condições de reação alérgica, eritema multiforme, equimose e edema angioneurótico. Alopécia tem sido relatada raramente.


Sintomas neurológicos: tontura, vertigem, nervosismo, insônia, depressão e astenia têm sido relatados raramente. Há relatos de outras condições como síncopes/desmaios, acidente vascular cerebral, trombose cerebral, reações psicóticas incluindo psicose paranóica, distúrbios neurológicos, desorientação e distúrbios da fala.


Disfunção hepática: a retenção de bromosulfaleína foi superior a 5% em 32 de 141 pacientes avaliadas, incluindo 5 de 43 que tomaram aproximadamente a dose de CLOMID atualmente recomendada. A retenção foi em geral mínima, a não ser quando associada à administração contínua prolongada ou com hepatopatia aparentemente não relacionada a droga.


Outros testes de função hepática foram, em geral, normais. Em um estudo posterior, no qual se administrou CLOMID por 6 ciclos consecutivos (50 ou 100 mg/dia durante 3 dias) ou placebo, foram realizados exames de retenção de bromosulfaleína em 94 pacientes. Destes, 11 tiveram retenção elevada em 5%, 6 dos quais haviam tomado droga e 5 placebo.


Neoplasias: relatos isolados da ocorrência de neoplasias endócrino-dependentes ou de seu agravamento (miomas, tumores hipofisários e de mamas).


Outros sintomas, também descritos, embora em incidência inferior a 3,5%, são: náuseas, mal estar gástrico, poliúria, metrorragia funcional, aumento de peso, hipersensibilidade mamária e disúria.

Precauções

É necessário realizar um exame pélvico antes de iniciar cada ciclo de tratamento.

Indicações de Serofene

Tratamento da falha ovulatória (anovulação) nas mulheres que desejam engravidar. É indicado somente em pacientes com disfunção ovariana, síndrome dos ovários policísticos, amenorréia da lactação, amenorréia psicogênica e certos casos de amenorréia secundária de etiologia indeterminada.

Como Usar (Posologia)

A dose recomendada para o primeiro ciclo de Serofene é de 50 mg (1 comprimido) diariamente, durante 5 dias. Quando a ovulação ocorre com esta dosagem, não há vantagem em aumentá-la nos ciclos subseqüentes. Se houver ovulação com esta dosagem, mas não for seguida de gravidez, podem ser administradas séries subseqüentes de Serofene até um total máximo de seis ciclos. Se a ovulação não ocorrer após a primeira série medicamentosa, deve ser dada uma segunda série de 100 mg diários (dois comprimidos de 50 mg, tomados de uma só vez) durante cinco dias. Se a menstruação ovulatória não ocorrer, esta dose poderá ser repetida em dois ciclos adicionais e a falha na indução da ovulação, após três ciclos consecutivos com esta posologia, deve ser considerada como uma tentativa terapêutica suficiente. Se, no entanto, houver ovulação com esta dosagem, porém não for seguida de gravidez, podem ser administradas séries subseqüentes de Serofene, num total máximo de seis ciclos. O tratamento pode ter início, a qualquer momento, nas pacientes que não tiveram hemorragia uterina recente; mas quando se planeja provocar hemorragia com progestínicos ou quando ocorre hemorragia espontânea antes do tratamento, a série de Serofene deve ter início no 5º dia do ciclo ou ao redor dela.

Atenção: O Bulário tem por objetivo a informação e divulgação de temas médicos. As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto para o diagnóstico médico ou tratamento de qualquer doença sem antes consultar um médico.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.

publicado por Gina às 08:24
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