Quinta-feira, 14 de Julho de 2011

Eu....

Bom...

publicado por Gina às 21:05
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Indutores de Ovulação

Indicações de Clomid
Tratamento da infertilidade feminina decorrente de anovulação. CLOMID está somente indicado para pacientes com anovulação demonstrada, que se incluem nas condições descritas nesta bula e para pacientes onde o citrato de clomifeno não está contra-indicado. Outras causas de infertilidade devem ser excluídas ou adequadamente tratadas antes do tratamento.


Bons níveis de estrógeno endógeno (estimado por secreção vaginal, biópsia endometrial, determinação do estrógeno urinário ou sangramento endometrial em resposta à progesterona), constituem prognóstico favorável para obter a resposta ovulatória induzida pelo citrato de clomifeno. Entretanto, um baixo nível de estrógeno não impede o sucesso do tratamento.


O tratamento é ineficaz em pacientes com falha pituitária ou ovariana primárias e não pode ser substituído pelo tratamento específico de outras causas de falha ovulatória, tais como disfunções tiroidianas ou adrenais. Antes do tratamento, deve-se realizar uma avaliação cuidadosa particularmente em pacientes com metrorragia anormal, pois é muito importante descartar a presença de lesões neoplásicas.


Efeitos Colaterais de Clomid

Efeitos colaterais parecem ser dose-dependentes, ocorrendo mais frequentemente em altas doses e em tratamento prolongados. As reações adversas mais frequentemente relatadas são (em ordem decrescente de incidência):
Aumento de volume do ovário: na posologia recomendada, um aumento anormal é pouco frequente (incidência de 13,6%). Pode ocorrer dor abdominal na época da ovulação. Foram registrados, entretanto, raros casos de aumento maciço do ovário, por exemplo, uma paciente com síndrome de ovário policístico cuja terapia com citrato de clomifeno consistiu de 100 mg/dia/14 dias. O aumento ovariano geralmente regride espontaneamente e a maioria das pacientes nessas condições devem ser tratadas cautelosamente.


"Flushes" vasomotores ou "fogachos": (incidência de 10,4%) semelhantes aos da menopausa, raramente graves e desaparecem rapidamente com a interrupção do tratamento.


Desconforto pélvico - abdominal: aumento de volume abdominal, plenitude (5,5%), geralmente relacionadas com o aumento ovariano ou fenômenos ovulatórios ou pré-menstruais.


Também são descritos:
Sintomas visuais: descritos como "turvação" visual, manchas ou fosfenas (escotomas cintilantes) são relatados com incidência relacionada a aumento da posologia e geralmente desaparecem em dias ou semanas após a interrupção do tratamento. Existem raros relatos de catarata.


Alterações cutâneas: há relatos de dermatite e "rash" cutâneo associado a condições de reação alérgica, eritema multiforme, equimose e edema angioneurótico. Alopécia tem sido relatada raramente.


Sintomas neurológicos: tontura, vertigem, nervosismo, insônia, depressão e astenia têm sido relatados raramente. Há relatos de outras condições como síncopes/desmaios, acidente vascular cerebral, trombose cerebral, reações psicóticas incluindo psicose paranóica, distúrbios neurológicos, desorientação e distúrbios da fala.


Disfunção hepática: a retenção de bromosulfaleína foi superior a 5% em 32 de 141 pacientes avaliadas, incluindo 5 de 43 que tomaram aproximadamente a dose de CLOMID atualmente recomendada. A retenção foi em geral mínima, a não ser quando associada à administração contínua prolongada ou com hepatopatia aparentemente não relacionada a droga.


Outros testes de função hepática foram, em geral, normais. Em um estudo posterior, no qual se administrou CLOMID por 6 ciclos consecutivos (50 ou 100 mg/dia durante 3 dias) ou placebo, foram realizados exames de retenção de bromosulfaleína em 94 pacientes. Destes, 11 tiveram retenção elevada em 5%, 6 dos quais haviam tomado droga e 5 placebo.


Neoplasias: relatos isolados da ocorrência de neoplasias endócrino-dependentes ou de seu agravamento (miomas, tumores hipofisários e de mamas).


Outros sintomas, também descritos, embora em incidência inferior a 3,5%, são: náuseas, mal estar gástrico, poliúria, metrorragia funcional, aumento de peso, hipersensibilidade mamária e disúria.

Precauções

É necessário realizar um exame pélvico antes de iniciar cada ciclo de tratamento.

Indicações de Serofene

Tratamento da falha ovulatória (anovulação) nas mulheres que desejam engravidar. É indicado somente em pacientes com disfunção ovariana, síndrome dos ovários policísticos, amenorréia da lactação, amenorréia psicogênica e certos casos de amenorréia secundária de etiologia indeterminada.

Como Usar (Posologia)

A dose recomendada para o primeiro ciclo de Serofene é de 50 mg (1 comprimido) diariamente, durante 5 dias. Quando a ovulação ocorre com esta dosagem, não há vantagem em aumentá-la nos ciclos subseqüentes. Se houver ovulação com esta dosagem, mas não for seguida de gravidez, podem ser administradas séries subseqüentes de Serofene até um total máximo de seis ciclos. Se a ovulação não ocorrer após a primeira série medicamentosa, deve ser dada uma segunda série de 100 mg diários (dois comprimidos de 50 mg, tomados de uma só vez) durante cinco dias. Se a menstruação ovulatória não ocorrer, esta dose poderá ser repetida em dois ciclos adicionais e a falha na indução da ovulação, após três ciclos consecutivos com esta posologia, deve ser considerada como uma tentativa terapêutica suficiente. Se, no entanto, houver ovulação com esta dosagem, porém não for seguida de gravidez, podem ser administradas séries subseqüentes de Serofene, num total máximo de seis ciclos. O tratamento pode ter início, a qualquer momento, nas pacientes que não tiveram hemorragia uterina recente; mas quando se planeja provocar hemorragia com progestínicos ou quando ocorre hemorragia espontânea antes do tratamento, a série de Serofene deve ter início no 5º dia do ciclo ou ao redor dela.

Atenção: O Bulário tem por objetivo a informação e divulgação de temas médicos. As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto para o diagnóstico médico ou tratamento de qualquer doença sem antes consultar um médico.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.

publicado por Gina às 08:24
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Síndrome dos Ovários Policísticos

Queridas amigas muitas pessoas entram em pânico simplesmente pelo fato de descobri que tem a Síndrome dos Ovários Policísticos vamos entender sobre esse assunto mais a fundo..... 
O que é a síndrome dos ovários micropolicísticos?
O termo “síndrome dos ovários micropolicísticos” (também conhecida pela abreviatura, “SOP”) descreve um grupo de sintomas e de alterações nos níveis de hormônios de algumas mulheres. O nome origina-se do fato de que pacientes com esse transtorno freqüentemente (mas nem sempre) apresentam múltiplos pequenos cistos (nódulos) indolores nos seus ovários, o que pode ser visualizado por exames de ultra-som. Esses cistos são benignos. No entanto, as alterações hormonais provocadas pela síndrome podem causar sintomas importantes, com grande stress emocional para a mulher afetada.
Os achados mais importantes na SOP são os seguintes:
a) alterações menstruais (menstruações "desreguladas");
b) excesso de hormônios masculinos (acne, pele oleosa, excesso de pêlos);
c) infertilidade (dificuldade em engravidar).

A SOP é comum? 
A SOP é uma alteração muito comum de mulheres em idade reprodutiva, podendo atingir de4 a 11% dessa população (em média, 7% das mulheres entre os 20 e os 50 anos de idade). De fato, muitos autores afirmam que a SOMP é a doença endócrina mais comum em mulheres na idade fértil.

Quais são os sintomas da SOP?
Os sintomas da síndrome incluem:
irregularidade menstrual (menstruações ausentes ou que atrasam com muita freqüência, geralmente desde a adolescência);
infertilidade (dificuldade para engravidar, devido à falta de ovulação – que constitui uma das queixas mais importantes dessas pacientes quando procuram o médico);
acne (cravos e espinhas na pele), especialmente ao redor do queixo, no tórax e no dorso;
excesso de pêlos no rosto (principalmente no queixo e no buço) e no restante do corpo (braços, pernas, virilha);
perda de cabelo, com áreas de rarefação na cabeça;
pele e cabelos muito oleosos.
Os últimos 4 sintomas são manifestações de excesso de hormônios masculinos, que é um dos problemas provocados pela síndrome. Algumas pacientes podem apresentar apenas um desses sintomas; outras podem apresentar um quadro mais exuberante. Nem todos esses sintomas precisam estar presentes, ao mesmo tempo, para fazer o diagnóstico de SOP.
Cerca de 2/3 das pacientes com SOP apresentam excesso de peso ou obesidade (principalmente quando o acúmulo de gordura acontece mais na região da barriga), mas a síndrome também pode afetar mulheres magras.
A SOP é extremamente comum, mas muitas mulheres não sabem que são portadoras da síndrome, e podem sofrer durante anos com problemas como a dificuldade para engravidar ou o excesso de pêlos no rosto, antes de ser feito o diagnóstico correto.

Qual é a causa da SOP?
A causa exata da SOP ainda não é bem conhecida. Suspeita-se que haja mais de uma causa. Em geral, a síndrome é causada por um desequilíbrio dos níveis de alguns hormônios importantes. O que se observa na maioria das mulheres de SOMP é um aumento dos níveis dos hormônios masculinos (andrógenos) no sangue, devido à produção aumentada desses hormônios pelos ovários. Por isso, a SOP também é conhecida como “síndrome de excesso de andrógenos ovarianos”. O principal andrógeno ovariano que aumenta na síndrome é a testosterona.

Então a SOP é uma doença apenas dos ovários?
Não. A SOP é uma doença complexa, relacionada ao funcionamento alterado de vários sistemas do organismo. Além do distúrbio dos ovários, as mulheres com SOP comumente apresentam um defeito na ação da insulina, um importante hormônio que controla os níveis de açúcar (glicose) e gorduras (colesterol) no sangue. Portanto, mulheres com SOP têm um risco aumentado de apresentar aumento da glicose (diabetes mellitus) e do colesterol (dislipidemias), o que em última análise pode aumentar seu risco de doenças cardiovasculares (infarto do miocárdio, derrame cerebral etc.). Suspeita-se que esse defeito da ação da insulina (também conhecido como resistência à insulina) desempenhe um papel fundamental no desenvolvimento da SOP.

Que outras doenças se associam à SOP?
 Diabetes mellitus - devido ao defeito na ação da insulina ("resistência à insulina") apresentado por muitas mulheres com SOP, estas pacientes apresentam um risco bem maior de desenvolver diabetes, em comparação com mulheres sem SOP. Calcula-se que aproximadamente 50% das mulheres com SOP vão apresentar níveis aumentados de glicose (açúcar) no sangue antes dos 40 anos de idade. Por outro lado, 25 a 50% das mulheres com diabetes entre os 20 e os 50 anos de idade também são portadoras de SOP. O risco de diabetes é ainda maior para pacientes com SOP obesas.
Doenças do fígado - estudos recentes indicam que 2/3 das pacientes com SOP apresentam um acúmulo anormal de gordura no fígado, que é chamado de "esteato-hepatite não alcoólica". Entretanto, quando essas mulheres fazem exames de sangue para avaliar o fígado, a maioria tem resultados normais. O excesso de gordura no fígado, na maior parte das vezes, só é encontrado quando se faz um exame de ultrassom. Essa alteração do fígado é importante porque muitas vezes a esteato-hepatite acaba evoluindo para doenças mais graves, como hepatite, cirrose hepática e até mesmo câncer do fígado
Doenças cardíacas - Alguns estudos indicam que o risco de doenças do coração (infarto) é 50% maior em mulheres com SOP. Além disso, mulheres com SOP têm problemas do coração mais cedo do que outras mulheres que não são portadoras de SOP. Essas pacientes também têm um risco mais alto de derrame cerebral.
 Pressão alta - Também conhecida como "hipertensão arterial", é mais comum em mulheres com SOP, principalmente após os 40 anos de idade.
Problemas do colesterol - Mulheres com SOP costumam apresentar níveis mais altos de LDL-colesterol (o colesterol "ruim") e mais baixos de HDL-colesterol (o colesterol "bom") do que mulheres sem SOP, bem como níveis mais altos de tri glicerídeos.
Câncer - Mulheres com SOP têm um risco maior de desenvolver câncer do útero (endométrio) e da mama.

Como é feito o diagnóstico de SOP?
O diagnóstico de SOP é feito através da história clínica e exame físico da paciente (menstruações irregulares, excesso de pêlos, acne etc.) e de alguns exames complementares.
Os exames que podem ajudar no diagnóstico são:
Ultra-som do útero e ovários, que pode mostrar a presença de múltiplos pequenos cistos (nodulações cheias de líquido) em ambos os ovários. Apesar de serem comuns e de darem nome à síndrome, os cistos não estão presentes em todas as pacientes com SOP, sendo encontrados em cerca de 80% dos casos. Da mesma forma, a simples presença de cistos não é suficiente para fazer o diagnóstico de SOP, pois até 20% das mulheres normais, sem qualquer alteração dos níveis hormonais, podem apresentar imagens de cistos ao ultra-som. Por isso, é importante diferenciar: “ovários policísticos” (um mero achado de ultra-som) da “síndrome de ovários micropolicísticos” (um distúrbio complexo, com manifestações clínicas conhecidas e que pode apresentar ou não a imagem de ovários policísticos ao ultra-som).
Testosterona (hormônio masculino), que muitas vezes está aumentada no sangue;
Glicose e colesterol.
Outros exames também podem ser solicitados, dependendo das características de cada paciente. É importante afastar a presença de outros problemas hormonais que podem apresentar sintomas semelhantes à SOP, principalmente o hipotireoidismo e a hiperplasia adrenal congênita (uma doença das glândulas supra-renais que também cursa com níveis aumentados de hormônios masculinos).
Todas as mulheres com sintomas sugestivos de SOP devem ser avaliadas por um médico especialista, para determinar a presença ou não da sindrome. O endocrinologista, um médico especializado em transtornos das glândulas e dos hormônios, pode fazer essa avaliação e indicar o tratamento mais adequado para cada caso.
Embora alguns pacientes e até mesmo alguns médicos considerem a SOP uma doença puramente ginecológica (uma vez que a maioria dos seus sintomas está relacionada ao sistema reprodutivo feminino), essa síndrome deve ser considerada uma alteração sistêmica (de todo o organismo), pois pode se associar a vários outros problemas, tais como: diabetes, alterações do colesterol e doenças cardíacas. Entretanto, o acompanhamento com um ginecologista também é importante, pois permite a detecção e tratamento precoce de possíveis complicações como o câncer de mama e de útero.

Qual é a importância da SOP?
A SOP é a causa mais comum de infertilidade (dificuldade para engravidar) nas mulheres que vivem em países desenvolvidos. Também pode causar prejuízo à qualidade de vida das pacientes, que se sentem incomodadas pelo excesso de pêlos ou pela acne, por exemplo.
No entanto, os maiores riscos da SOP estão associados às alterações decorrentes da resistência à insulina. Esse transtorno faz com que as pacientes com SOP tenham um risco aumentado de desenvolver diabetes.
Estudos mostram que até 30% das pacientes com SOP podem apresentar níveis aumentados de glicose (açúcar) no sangue quando o diagnóstico da síndrome é feito pelo médico. Esses níveis aumentados de glicose às vezes só são detectados através de um teste com ingestão de açúcar via oral (o chamado teste de tolerância à glicose, ou curva glicêmica).
Além disso, mulheres com SOP freqüentemente apresentam níveis aumentados do chamado “mau colesterol” (LDL). Elas também podem ter níveis baixos do “bom colesterol” (HDL) e níveis aumentados de outras gorduras do sangue, como os triglicérides. Todas essas alterações podem aumentar o risco de ataque cardíaco (infarto) e derrame cerebral, a longo prazo, principalmente em pacientes obesas.
Outro problema é decorrente da irregularidade menstrual e da falta de ovulação, que fazem com que a camada de revestimento interno do útero (o endométrio) não seja descamado e substituído regularmente (a cada mês). Se esse problema não for tratado, há um aumento do risco de desenvolver câncer do útero.

Como é o tratamento da SOP?
Embora a SOP não seja curável, há vários tratamentos disponíveis atualmente que podem equilibrar os níveis hormonais de maneira satisfatória e resolver vários dos problemas associados à síndrome.
Pacientes obesas ou com excesso de peso sempre devem ser aconselhadas a perder peso, através de uma alimentação saudável (com menor ingesta de calorias) e aumento da atividade física. Muitas vezes, apenas essa perda de peso é suficiente para aliviar muitos dos sintomas da síndrome, mesmo com perdas modestas (de 5 a 8Kg, por exemplo).
Além da perda de peso, alguns medicamentos também podem ser utilizados para diminuir os sintomas da SOP e reverter algumas das alterações hormonais.

Quais medicamentos podem ser usados no tratamento da SOP?
Medicações também podem ser usadas para controlar os sintomas da SOP. Os anticoncepcionais orais, principalmente aqueles que contêm medicamentos que combatem os hormônios masculinos (por exemplo: acetato de ciproterona e drospirenona), ajudam a tratar a irregularidade menstrual e minimizam a acne e o excesso de pêlos, quando utilizados por vários meses. Estão melhor indicados em pacientes com SOMP que não desejam engravidar.
Mais recentemente, muitos médicos estão preferindo tratar a SOP com medicações que agem melhorando a resistência à insulina, visto que este parece ser um dos principais mecanismos envolvidos no desenvolvimento da síndrome. Entre essas medicações, a mais utilizada é a metformina, um medicamento originalmente criado para o tratamento de diabetes, mas que provou ser efetivo em reduzir os níveis de insulina, melhorar a irregularidade menstrual, diminuir os pêlos e a acne (embora de maneira não tão evidente quanto com os anticoncepcionais), provocar perda de peso e aumentar a fertilidade de mulheres com SOP. A metformina ajuda mulheres com SOP a engravidar, visto que é capaz de aumentar a taxa de ovulação dessas pacientes e parece ter um papel em prevenir abortos precoces. Já foi utilizada inclusive durante a gravidez, aparentemente sem grandes riscos para a mãe ou o feto, mas o seu uso nesta situação ainda não é um consenso entre os especialistas. Mais interessante ainda é o fato de que o uso de metformina, por melhorar a ação da insulina, melhora os níveis de glicose e colesterol, e pode ajudar a prevenir as complicações mais sérias da SOP, que são o diabetes e as doenças cardiovasculares. Por essa razão, a metformina está sendo cada vez mais utilizada para o tratamento da SOP, tanto em pacientes obesas como nas magras. Outras medicações que agem melhorando a resistência à insulina mas que ainda não são tão estudadas são a pioglitazona e a rosiglitazona.
Há também tratamentos específicos para induzir a ovulação e obter a gravidez, como o uso de citrato de clomifeno e de gonadotrofinas, que devem ser utilizados sob a supervisão de um ginecologista experiente em reprodução humana.
Também há medicações para reduzir os efeitos dos hormônios masculinos, como aespironolactona e a flutamida. Essas medicações sempre devem ser tomadas junto com anticoncepcionais, visto que podem ser prejudiciais ao feto se a paciente engravidar fazendo uso das mesmas.
Por último, tratamentos para reduzir o excesso de pêlos, como a depilação(usando lâmina, cêra, eletrólise ou laser) ou o uso de cremes que reduzem o crescimento dos pêlos (como a eflornitina) podem ser usados para melhorar o aspecto estético e a auto-estima das pacientes.

Existe alguma cirurgia que pode ser usada para tratar a SOP?
Antigamente, era muito comum tratar mulheres com SOP usando uma cirurgia para retirada de uma parte dos ovários (ressecção "em cunha" dos ovários), pois observou-se que esse tipo de procedimento melhorava o ciclo menstrual e aumentava a fertilidade. Entretanto, hoje em dia há vários medicamentos que conseguem desempenhar o mesmo papel dessa cirurgia, com menor risco. Por isso, a cirurgia para tratar a SOP caiu no desuso e não é mais utilizada atualmente.

♥ Bom, amigas gostaram do post espero ter tirado muitas duvidas até a próxima. Bjos no 
publicado por Gina às 06:46
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Hiperandrogenismo feminino

Amenorreia, hirsutismo, alopecia, aumento de oleosidade de pele são alguns dos sintomas.



A primeira inquietação dos pacientes é perceber a razão pela qual ocorrem estas alterações, se será por características pessoais ou se significa alguma alteração patológica.
De facto é devido a um excesso de hormonas masculinas ou à exacerbação da acção desta denominada por "hiperandrogenismo feminino".
São muitas as causas de hiperandrogenismo feminino, sendo a mais comum a síndrome dos ovários policísticos – SOP (75% dos casos), descrita em 1935 por Stein e Leventhal.
Manifesta-se clinicamente por amenorreia (irregularidade menstrual), hirsutismo (excesso de pêlos ou distribuição com carácter masculino), alopecia (queda de cabelos), aumento de oleosidade de pele ou obesidade abdominal.
Devem ser descartadas outras causas de origem ovariana (hipertecose, virilização da gravidez (luteoma), tumores de ovário secretores de hormonas masculinas), alterações na glândula supra renal (Cushing, tumores ou congénitas), causas familiares, hiperprolactinemia, feminização testicular incompleta, estado pós-menopausa, efeito colateral de alguma medicação como fenitoína, minixidil, ciclosporina, danazol, androgênicos, diazóxido.
A SOP apresenta-se como um grupo heterogéneo de desordens, onde as manifestações clínicas variam desde nenhuma até todos os componentes de síndrome.
O diagnóstico é feito com base na história, através da observação física e exames laboratoriais.
É importante realçar que depois de todos os exames, se houver suspeita clínica, não se pode descartar a SOP.
Para solucionar estes casos, o tratamento recomendado é personalizado a cada paciente, basicamente consiste na correcção hormonal através de medicamentos, tais como: Ciproterona, Espironolactona, Flutamida, estrógenos associados a progesterona, cetocozanol, prednisona.
Pode ainda ser associado, nos casos de resistência insulínica: Mudanças nos hábitos de vida, correcção de peso e uso de Metiformina.
publicado por Gina às 06:42
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Indutores de Ovulação

O indutor de ovulação é uma medicação para estimular a ovulação da mulher, podendo ser a base de citrato de clomifeno, ex. Clomid, Indux, Serophene, Dufine, ou a base de gonadotrofinas - FSH e LH, ex. Gonal, Menopur

Citrato de Clomifeno é o tipo de indução mais leve, indicado para casos de problemas ovulatórios mais simples.

Gonadotrofinas é um tipo de indução utilizado em casos de procedimentos de fertilização(FIV, ICSI, IA) e em casos de SOPs mais severos, em que a paciente não responde ao tratamento com citrato de clomifeno e metformina.

Sintomas

Os sintomas variam de mulher pra mulher e de ciclo pra ciclo, os mais comuns são, dores/desconforto abdominal, inchaço, dores nos seios, gases, dor de cabeça, enjôo, azia, calores, espinhas(oleosidade da pele ), atraso menstrual, corrimento escuro (em pouca quantidade) e pequenas tonturas.
Com indutor o ciclo tb pode ficar um pouco mais longo, até uns 4 dias, e o fluxo tende a ser menor e mais escuro. Em alguns casos tb o ciclo pode ficar mais curto, entre 2 e 4 dias.
 
Onde foi parar o muco cervical?
Seus efeitos antiestrogênicos podem influenciar negativamente o endométrio e muco cervical. Ele pode fazer com que o muco diminua bastante, muitas vezes se tornando imperceptível, e fazendo com que ele sofra alterações durante todo o ciclo. Nos 1os ciclos geralmente se nota alterações significativas, principalmente se havia problemas de anovulação, como muco elástico junto ou logo após a monstra, muco leitoso/pastoso, antes e pós período fértil.

Período Fértil
O ideal quando se usa indução é fazer o controle de ovulação com ultra-sonografia seriada transvaginal, até que os folículos atinjam um tamanho ideal (em sincronia com o endométrio – que é o tecido que reveste o interior do útero, onde ocorre a implantação do embrião)

Como nem sempre os médicos solicitam o controle com US seriada, o que particularmente acho errado, uma dica pra saber o PF é:

-> depois q se toma o último comprimido a ovulação deve ocorrer entre o 4 a 7, às vezes um pouquinho mais até 12 dias. É bom namorar regularmente durante todo o ciclo, e intensificar nesse período.


O tamanho certo do folículo para que ocorra a fecundação

Os folículos crescem, em média, 2mm dia e rompem entre 19 e 23mm, sem indutor. Com indutor essa faixa aumenta até 29mm, podendo atingir até um pouco mais, 35 ou 37mm.

Como saber se ovulei ou estou ovulando?

Além do controle com US seriada, é importante fazer uma dosagem de progesterona a partir do 21o dia do ciclo, pois nem sempre o folículo eclode um óvulo, o que não é diferenciado apenas com a US seriada.


Em quanto tempo estarei ovulando?Geralmente a resposta ováriana ocorre após o 2o ciclo de indução, por isso sendo indicado um tratamento de 3 ciclos

 Com a indução da ovulação fica mais difícil dos óvulos fecundados se fixarem, correndo maior risco de aborto, é verdade isso? 

O que acontece é com o uso prolongado do indutor o endométrio tende a ficar mais fino, o que então pode causar o problema da fixação ao útero, mas mesmo assim é uma coisa que pode acontecer, não é regra, e existem outras medicações, a base de estradiol, que podem ser adminstradas junto com o indutor pra que isso não aconteça.

Por isso, é muito importante tomar só sobre prescrição e acompanhamento médico e fazer o controle com US seriada.
 

Por que alguns médicos indicam tomar no 2o e 5o dia do ciclo outros apartir do 5o? Por explicação médica, isso é meio como uma preferência do médico, tem uns que indicam a partir do 2o, outros do 3o, outros do 5o, tipo, indicam assim pra todas as pacientes. Mas a grande diferença, que vejo, é que quando se toma antes a tendência é ovular antes, pois quando se toma o último comprimido a ovulação ocorre entre 4 a 12 dias.Outra coisa que descobri  com uma especialista, é que quando se toma 2 comprimidos dia (100mg), deve-se tomar os comprimidos com uma diferença de 12 hs e não os dois juntos, pois assim tem um efeito melhor.

Auto medicação com indutores
Nunca! O indutor deve sempre ser tomado com prescrição e acompanhamento médico, pois assim como pode ajudar, pode prejudicar, pode gerar cistos, disfunções hormonais, trombose, hiperestímulo, podendo levar até a perda do ovário em casos extremos, e até câncer de ovário.

O médico prescreve a dosagem e a forma de uso baseado no histórico médico da paciente, não é porque serviu pra uma pessoa que o mesmo tratamento serve para outra.
O indutor a basse de citrato de clomífeno ( Indux, Clomid, Serophene), assim como podem ajudar, podem trazer inúmeros riscos para quem toma. Cistos, afinamento do endométrio, perda parcial ou total dos ovários, câncer em qualquer local, principalmente nos ovários e útero.
Siga sempre orientação médica. O uso de indutores poderá ser feito após exames e diagnóstico seguro de um profissional capacitado.

Indutor Engorda?

Não. O indutor pode aumentar a retenção de liquidos como qualquer medicação hormonal. O apetite também pode aumentar, portanto controle-se para não culpar o medicamento pelos quilinhos a mais. Uma boa dica para evitar a  retenção de liquidos é beber água de coco, dimunuir o sal da comida , evitar embutidos e enlatados.

Com indutor é normal ter muitos folículos? Posso engravidar de gêmeos/trigêmeos? 

Sim, com o estímulo do indutor, é normal se ter vários folículos dominantes, o que geralmente ocorre é que um evolui e eclode e os demais acabam regredindo. A gravidez múltipla pode ocorrer com o uso do indutor, mas não é comum. As chances de se ter dupla ovulação, sendo uma em cada ovário, geralmente é o mais comum, mas mesmo assim a chances de gêmeos é baixa


Quando devo namorar? O PF com indutor ocorre, após tomar o último comprimido, entre 4 a 12 dias, então o ideal é manter treinos regulares durante o ciclo, pelo menos 3x por semana, e intensificar durante o PF para dia sim, dia não

 Mesmo tendo tomado indutor posso não menstruar?
Pode, o indutor tb age como um regulador hormonal, mas se não ocorrer a ovulação, ocorrer um cisto ou o endométrio estiver muito fino a monstra pode não descer. E claro se vc engravidar a monstra tb não virá.
Nesse caso o melhor é procurar o médico e fazer um beta, se der negativo, fazer uma US e um exame de progesterona, para confirmar se houve ovulação e verificar o que está acontecendo.


Posso usar indutor por mais de 6 ciclos? Não é indicado, pois aumentam as chances de cistos, hiperestímulo, trombose e até de câncer de ovário. Se foram feitos mais de 3 ciclos e não houve ovulação, então o melhor é trocar a forma de indução, pois o citrato de clomífeno mostra-se sem efeito



Qual a diferença entre o clomid, indux, serophene e dufine? O princípio ativo é o mesmo, o citrato de clomífeno, o que varia é o nome comercial, o laboratório e o preço, mas o efeito é o mesmo. O indux é o mais em conta e o serophene o mais caro.

O indutor melhora a qualidade do óvulo?
Não, a única medicadação que age diretamente melhorando a qualidade do óvulo é o ácido fólico. 
Na verdade o indutor pode até diminuir um pouco a qualidade, quando usado em alguém q ovula normalmente, 2o a opnião de alguns especialista que tive contato, pois são hormônios artificiais, que forçam o organismo a agir. Então o conselho é que, se vc ovula normalmente, quanto menos medicação melhor, pois o organismo sabe a hora e o ponto de maturação certo para que ocorra a ovulação.

Tomei indutor mas só tenho um folículo dominante e agora?

O que importa para conseguir engravidar é ter um folículo dominante que evolua e ecloda, gerando um óvulo, claro que as chances são maiores quando se tem vários, mas às vezes tem-se vários de baixa qualidade, então é muito melhor ter um de boa/ótima qualidade.

 O indutor altera a temperatura basal?

Não, pois o indutor não altera a progeterona. Ou seja, vc pode usar o método da temp basal normalmente, pois o indutor não influencia nas taxas de progeterona, q é o que marca a temp. basal.


 Quais são os riscos de má formação e de problemas de saúde para as crianças nascidas por tratamento de infertilidade/indução?

O tratamento da infertilidade/indução não provoca riscos de saúde as crianças e má formação. A incidência de malformações em crianças nascidas por tratamentos seguidos de indução da ovulação é a mesma que na população normal, ou seja, não aumenta em nada as chances.


Existe hiperovulação com indutor ? Qual as implicações ?

Quando de forma natural a hiperovulação pode ocorrer nos extremos da vida evulutiva, ou seja, no inicio da adolescência e depois dos 40 anos, em virtude de uma produção excessiva de hormônio FSH. A única implicação  é que o fenômeno aumenta a chances de uma gestação gemelar. No entanto, alguns medicamentos desencadeiam a hiperovulação, e nesses casos ela pode ser perigosa. Indutores podem provocar o desenvolvimento de varios óvulos nos ovários causando problemas graves. Por exemplo, a síndrome de hiperestímulo ovariano, que provoca ascite, trombose entre outros. Isso pode ocorrer quando uma mulher que ovula normalmente faz uso de indutores.
Ocasionalmente, quando  ocorre uma hiperestimulação dos ovários. A Síndrome do Hiperestímulo Ovariano geralmente causa um aumento no volume dos ovários acompanhada por desconforto e dor. Nos casos mais graves pode haver a necessidade de hospitalização e até mesmo um trauma nos ovários levando até mesmo a infertilidade.



Fonte/créditos:http://www.maternidadeaflordapele.com
Fonte:Blog da Ale
Fonte: Ovulando com responsabilidade 
publicado por Gina às 06:41
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Anovulação

O que é anovulação

Um ciclo anovulatório é aquele no qual os ovários falham em liberar um oócito. Desta forma, a ovulação não acontece. Porém, uma mulher que não ovula a cada ciclo menstrual (anovulação crônica) não necessariamente está passando pela menopausa. Anovulação crônica é uma causa comum de infertilidade. Adicionalmente à alteração dos períodos menstruais e infertilidade, anovulação crônica pode causar ou exarcebar outros problemas de longo prazo, como hiperandrogenismo e osteopenia. Anovulação crônica desempenha um papel central em desequilíbrios múltiplos e disfunções da síndrome do ovário policístico.

Causas da anovulação

As causas da anovulação podem ser divididas em problemas funcionais e desequilíbrios hormonais ou químicos.


Anovulação decorrente de desequilíbrio hormonal ou químico

O desequilíbrio químico ou hormonal é a causa mais comum de anovulação, responsável por em torno de 70% dos casos.
1. Em torno de metade das mulheres com desequilíbrio hormonal não produzem folículos suficientes para assegurar o desenvolvimento de um óvulo. Isso pode ser causado por pouca secreção hormonal da glândula pituitária ou do hipotálamo.
2. A glândula pituitária controla a maioria das outras glândulas hormonais no corpo humano. Desta forma, qualquer mal funcionamento da glândula pituitária afeta outras glândulas sob a sua influência, das quais os ovários. Isso ocorre em torno de 10% dos casos. Glândulas mamárias também são controladas pela glândula pituitária, o que pode então afetar também a lactação.
3. O hipotálamo controla a glândula pituitária. Em 10% dos casos, alterações nos sinais químicos do hipotálamo podem facilmente afetar os ovários e provocar anovulação.
4. Existem outras anormalidades hormonais sem ligação direta às mencionadas acima que também podem afetar a ovulação. Mulheres com hipotiroidismo ou hipertiroidismo algumas vezes têm problemas de ovulação. Disfunções da tireóide podem provocar anovulação ao perturbar o equilíbrio dos hormônios naturais da reprodução. Síndrome do ovário policístico e hiperprolactinemia também podem causar anovulação através de desequilíbrios hormonais.


Anovulação decorrente de desequilíbrio funcional



1. Os ovários podem parar de funcionar em torno de 5% dos casos. Isso pode ser devido aos ovários não conterem ovos. Porém, um bloqueio completo dos ovários raramente é causa de infertilidade. Ovários bloqueados podem começar a funcionar novamente sem explicação médica clara.

2. Um choque emocional significativo pode temporariamente afetar o funcionamento do cérebro e ocasionar disfunções do hipotálamo. Porém, isso não é muito comum.
3. Em alguns casos, o ovo pode amadurecer apropriadamente, porém o folículo pode não romper. Isso é chamado de síndrome de folículo luteinizado não roto.
4. Danos físicos aos ovários, ou ovários com múltiplos cistos, podem afetar a sua capacidade de funcionar. Isso é chamado distrofia ovariana. Mulheres com síndrome do ovários policístico também pode causar anovulação.
5. Perda de peso ou anorexia também podem causar desequilíbrio hormonal, ocasionando ovulação irregular. Por outro lado, excesso de peso também pode ocasionar disfunções ovarianas.

Sinais e sintomas da anovulação

A anovulação é geralmente associada a sintomas específicos. Porém, é importante notar que eles não necessariamente são mostrados simultaneamente.
1. Amenorréia (falta de menstruação) ocorre em torno de 20% das mulheres com disfunção ovulatória.
2. Menstruação não freqüente e leve ocorre em torno de 40% das mulheres com disfunção ovulatória.
3. Menstruação irregular, quando 5 ou mais ciclos menstruais no ano são 5 ou mais dias menores ou maiores que a média.
4. Falta de mastalgia (dor ou sensibilidade nos seios) ocorre em torno de 20% das mulheres com disfunção ovulatória.
5. Aumento de pelos no corpo de face.

 Tratamento da anovulação
É possível restaurar a ovulação usando medicação apropriada. A anovulação é tratada com sucesso em aproximadamente 90% dos casos. O primeiro passo é diagnosticar anovulação. A identificação da anovulação, ao contrário do que comumente acredita-se, não é fácil. Mulheres com anovulação ainda assim podem ter ciclos menstruais regulares. Em geral, as pacientes somente notam que há problema quando resolvem engravidar. O acompanhamento da temperatura é uma forma útil de dar pistas precoces sobre anovulação e ajudar o diagnóstico.
 Os tratamentos disponíveis para anovulação são geralmente bem eficientes. Ovários são relativamente fáceis de estimular e em 90% dos casos a ovulação pode ser induzida com medicação apropriada. Porém, o tratamento da anovulação deve buscar a mono-ovulação e não super-estimular os ovários. Os riscos associados à gravidez múltipla (gêmeos, trigêmeos, etc.) são bem maiores do que a gravidez de um único filho. Desta forma, é importante adaptar o tratamento a cada paciente individualmente. 
publicado por Gina às 06:39
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